Densidade relativa
1,38
Transmitância luminosa
90 %
Viscosidade intrínseca
≥ 0,74 dl/gpara sopro
Código de reciclagem
1

O que é o polietileno tereftalato (PET)?

PET é a sigla de polietileno tereftalato, também grafado PETE ou PETP. É o poliéster termoplástico mais utilizado; da mesma família faz parte o polibutileno tereftalato (PBT).

Polietileno tereftalato
Estrutura molecular do PET

01Conceitos básicos do PET

Flakes de garrafas PET
Flakes de garrafas PET
Pérolas de espuma de PET
Pérolas de espuma de PET

A estrutura molecular do PET é altamente simétrica e tem certo grau de cristalinidade, o que lhe confere excelentes propriedades de formação de filme e de moldagem. O PET apresenta bom desempenho óptico e boa resistência às intempéries, e o PET amorfo tem excelente transparência.

O PET tem boa resistência à fluência, à fadiga e ao desgaste, além de boa estabilidade dimensional, baixa abrasão e alta dureza. Também apresenta boa tenacidade e bom isolamento elétrico, pouco afetado pela temperatura, embora tenha baixa resistência ao efeito corona. É atóxico, resistente às intempéries, quimicamente estável, de baixa absorção de água e resistente a ácidos fracos e solventes orgânicos, mas não resiste à imersão em água quente nem a álcalis.

A resina PET tem aspecto branco-leitoso semitransparente ou incolor transparente, com densidade relativa de 1,38 e transmitância luminosa de 90%. O PET é considerado um material de barreira média, com taxa de permeação ao oxigênio de 50–90 cm³•mm/(m²•d•MPa) e ao dióxido de carbono de 180 cm³•mm/(m²•d•MPa). Sua absorção de água na saturação é de cerca de 0,6%. O valor é baixo, mas o PET precisa ser seco antes do processamento no estado fundido, porque a umidade hidrolisa a massa fundida e reduz sua viscosidade.

O filme de PET tem resistência à tração muito alta, comparável à da folha de alumínio, nove vezes a do filme de PEAD e três vezes a dos filmes de PC e PA. O PET reforçado tem baixa fluência, excelente resistência à fadiga (superior à do PC e da PA reforçados), boa resistência ao desgaste e ao atrito. As propriedades mecânicas do PET são pouco afetadas pela temperatura.

O PET puro tem baixa resistência ao calor, mas ela melhora muito após o reforço: a 180 °C, suas propriedades mecânicas superam as do laminado fenólico (PF), o que faz dele um dos plásticos de engenharia termoplásticos mais resistentes ao calor. O PET tem boa resistência ao envelhecimento térmico, temperatura de fragilização de −70 °C e mantém certa tenacidade a −30 °C. O PET não queima com facilidade; a chama é amarela e há gotejamento.

Embora o PET seja um polímero polar, seu isolamento elétrico é excelente, mesmo em altas frequências. No entanto, sua resistência ao efeito corona é baixa, o que o torna inadequado para isolamento de alta tensão; o isolamento elétrico é afetado pela temperatura e pela umidade, sendo a umidade o fator de maior impacto.

O PET contém ligações éster e não resiste à água, a ácidos e a álcalis em alta temperatura e na presença de vapor. É estável em solventes orgânicos como acetona, benzeno, tolueno, tricloroetano, tetracloreto de carbono e óleos. Também tem alta resistência a alguns agentes oxidantes, como peróxido de hidrogênio, hipoclorito de sódio e dicromato de potássio. O PET tem excelente resistência às intempéries e pode ser usado ao ar livre por longos períodos.

02Aplicações do PET

Conforme o uso, o PET se divide em duas grandes categorias: fibras e não fibras. A primeira serve para produzir fibras cortadas e filamentos de poliéster, matéria-prima para as empresas de fibras de poliéster processarem fibras e produtos relacionados (o poliéster é a fibra sintética mais produzida). A segunda abrange filmes, embalagens e plásticos de engenharia.

Aplicações em fibras

Nas primeiras fases de seu desenvolvimento, o PET era usado principalmente na produção de fibras sintéticas (cerca de 70% do consumo de PET).

O poliéster, conhecido pela alta resistência da fibra e pelo bom desempenho no uso, é atualmente a fibra sintética mais produzida. As fibras cortadas podem ser misturadas com algodão, lã ou linho para fabricar tecidos de vestuário ou de decoração, enquanto os filamentos servem para vestuário ou usos industriais, como tecidos filtrantes, lonas para pneus, paraquedas, correias transportadoras e cintos de segurança.

Aplicações fora das fibras

Além das fibras, o PET é usado sobretudo em três categorias: filmes e chapas, garrafas e plásticos de engenharia.

2.2.1 Filmes e chapas

Usados principalmente em embalagens de alimentos e medicamentos e em embalagens sanitárias atóxicas e estéreis; em embalagens de alto padrão para têxteis, instrumentos de precisão e componentes eletrônicos; como substrato de fitas de áudio e vídeo, filmes fotográficos e cinematográficos, discos, CDs e cartões magnéticos; e em filmes para capacitores, placas de circuito impresso flexíveis e teclados de membrana.

Os filmes de PET se destacam pela transparência, resistência a óleos, retenção de aromas, segurança higiênica e ampla faixa de temperatura de uso (servem tanto para esterilização em alta temperatura quanto para embalagens congeladas). Porém, têm baixa soldabilidade a quente e precisam ser combinados com outros filmes (camadas termossoldáveis), e o preço mais alto em relação aos filmes plásticos comuns limita seu uso em embalagens.

2.2.2 Garrafas

Como o PET atinge facilmente, por resfriamento rápido, um estado quase amorfo, altamente transparente e fácil de estirar, ele pode ser usado para produzir filmes de embalagem biorientados ou, a partir de pré-formas amorfas, garrafas de alta resistência e alta transparência por injeção-estiramento-sopro. O PET também pode ser extrudado ou soprado diretamente em recipientes ocos sem estiramento. As garrafas de PET têm alta transparência e boas propriedades de barreira, o que as torna adequadas para embalagens que preservam o frescor de produtos como cerveja, bebidas destiladas, refrigerantes, óleo comestível, alimentos, condimentos, medicamentos, cosméticos e suplementos.

2.2.3 Plásticos de engenharia

Os tipos de PET reforçado são usados principalmente nas seguintes áreas:

  • EletroeletrônicosConectores, carretéis de bobinas, invólucros de circuitos integrados, de capacitores e de transformadores, peças de TV, sintonizadores, interruptores, carcaças de temporizadores e relés.
  • Peças automotivasTampas de caixas de distribuição, válvulas, peças de escapamento, tampas de distribuidor, carcaças de pequenos motores elétricos, componentes estruturais como carcaças de retrovisores e componentes elétricos como refletores de faróis.
  • Peças mecânicasEngrenagens, cames, carcaças de bombas, polias, estruturas de motores, peças de relógios, carcaças de motores, conectores elétricos, relés, interruptores, peças internas de fornos de micro-ondas etc.
  • Aplicações industriaisCarcaças de bombas, ferramentas manuais e materiais para zíperes. O PET é o material de zíper de terceira geração, depois da PA e do POM, e pode ser usado em especificações largas e estreitas.

03Produção do PET

A produção do PET varia conforme o método usado para obter seu monômero, o tereftalato de bis(2-hidroxietila) (BHET). Hoje existem três métodos principais para produzir BHET: transesterificação, esterificação direta e adição de óxido de etileno, que dão origem aos três grandes processos de produção de poliéster.

Transesterificação (processo DMT)

Nesse processo, o tereftalato de dimetila (DMT) reage com o etilenoglicol (EG) em uma reação de transesterificação, seguida de policondensação para formar o PET. No início, a pureza do monômero PTA não era alta e ele era difícil de purificar, o que impossibilitava produzir PET de qualidade por policondensação direta. Por isso, o TPA impuro reagia primeiro com metanol para formar tereftalato de dimetila (DMT), mais fácil de purificar. O DMT de alta pureza (≥ 99,9%) reage então com o EG por transesterificação para produzir BHET, que em seguida é polimerizado em PET.

Processo DMT

Esterificação direta (processo PTA)

Processo PTA

Nesse método, o ácido tereftálico de alta pureza (PTA) ou de média pureza (MTA) reage diretamente com o etilenoglicol (EG) para formar o poliéster por esterificação e policondensação. O método se desenvolveu rapidamente depois que a Amoco conseguiu purificar o ácido tereftálico bruto em 1965, e a produção de PET cresceu na mesma proporção.

Com o PTA como matéria-prima, a produção do polímero PET envolve duas reações principais: primeiro, o PTA reage com o EG em uma esterificação que produz o tereftalato de bis(2-hidroxietila) (BHET); depois, o BHET passa por policondensação na presença de um catalisador e forma o PET.

Por suas várias vantagens sobre o processo DMT — menor consumo de matérias-primas, sistema de recuperação de EG menor, ausência de metanol como subproduto, produção mais segura, fluxo de processo mais curto, menor investimento, menores custos de utilidades e de produção, taxas de reação mais regulares e controle de produção mais estável —, a maior parte da capacidade mundial de produção de PET usa hoje o processo PTA.

Adição de óxido de etileno (processo EO)

Processo EO

Como o etilenoglicol é produzido a partir do óxido de etileno (EO), o PET também pode ser obtido fazendo o EO reagir diretamente com o PTA para formar BHET, seguido de policondensação. Esse método é chamado de adição de óxido de etileno.

O processo elimina a etapa de produção de etilenoglicol a partir do EO, o que reduz custos e acelera a reação, tornando-o superior à esterificação direta. No entanto, o EO sofre facilmente abertura de anel, formando poliéteres, e gera muito calor de reação (cerca de 100 kJ/mol); além disso, é um gás à temperatura ambiente que se decompõe termicamente com facilidade, o que dificulta transporte e armazenamento. Por isso, o método ainda não foi amplamente adotado.

04Modificação do PET

Modificação do PET com cargas

A modificação com cargas é uma das formas mais diretas e eficazes de melhorar de modo global as propriedades do material, usando componentes inorgânicos totalmente diferentes da matriz polimérica.

PET modificado com nanopartículas

A pesquisa sobre compósitos de PET modificado com nanopartículas já está bastante madura. Ke et al. modificaram o PET com argila lamelar e obtiveram nanocompósitos de PET/argila por polimerização por intercalação. Os resultados mostraram que, com 5% em massa de argila, a temperatura de deflexão térmica do compósito aumentou cerca de 20 °C a 50 °C em relação ao PET puro, e o módulo do compósito dobrou em relação ao PET.

PET modificado com fibra de vidro

Em comparação com as nanopartículas, a fibra de vidro (FV) micrométrica tem grandes vantagens de custo e controlabilidade, o que a torna amplamente usada na modificação de materiais poliméricos com cargas.

Modificação do PET por blendas

Dois ou mais polímeros, entre eles o PET, são misturados em proporções adequadas, sob condições específicas de temperatura e tensão de cisalhamento, para formar ligas ou blendas poliméricas com novas propriedades. A compatibilidade entre os polímeros é o ponto-chave na preparação desses materiais.

PET modificado com poliolefinas

O PET e o PE têm estruturas químicas muito diferentes e são incompatíveis. Blendas binárias simples dos dois mostram que, para melhorar a resistência ao impacto do PET por meio de blendas, é necessária a compatibilização. Em blendas de PEAD/PET, a resistência ao impacto melhora com a adição de EVA e EAA.
Quando o PET é misturado ao PP, a liga resultante reúne as vantagens dos dois e melhora as propriedades: o PET aumenta a resistência ao calor do PP, e o PP reduz a sensibilidade do PET à umidade. Sem compatibilizantes, as blendas de PET/PP apresentam fraca adesão interfacial e propriedades mecânicas ruins.

O PET/PS também é um sistema incompatível e exige um compatibilizante para que a blenda seja compatível. Pesquisas mostram que adicionar o copolímero de estireno e metacrilato de glicidila P(S-GMA) como compatibilizante reativo ao sistema PET/PS resulta em boa adesão interfacial e melhores propriedades mecânicas no sistema PET/PS/P(S-GMA).

PET modificado com poliésteres

O PBT é um plástico de engenharia relativamente novo, que se desenvolveu rapidamente na década de 1970. Cristaliza mais rápido que o PET e tem boa tenacidade e moldabilidade, mas resiste menos ao calor que o PET e é mais caro. Segundo a Teijin, adicionar 0,5% de talco como agente nucleante à blenda de PET e PBT resulta em uma blenda com boa resistência ao impacto e baixa contração de moldagem.

O PC tem excelentes propriedades mecânicas, boa tenacidade e alta temperatura de transição vítrea, mas baixa fluidez e baixa resistência ao envelhecimento. Misturar PET com PC melhora a resistência ao impacto. A blenda de PET e PC já é produzida industrialmente fora da China e é amplamente usada em peças automotivas.

PET tenacificado com elastômeros

O ABS é um dos polímeros mais usados: além de boa tenacidade, tem desempenho global superior ao do PSAI. Misturar PET com ABS melhora a resistência ao impacto do PET.

As pesquisas mostraram que a massa molar do PET na blenda é muito sensível à temperatura de processamento. A hidrólise da cadeia do PET está relacionada aos resíduos de catalisador presentes no ABS. A redução da massa molar do PET causa grande perda de resistência ao impacto e de alongamento na ruptura, mas não afeta o módulo nem a resistência à flexão.

Vantagens da extrusora de dupla rosca USEON na modificação do PET

Extrusora de dupla rosca corrotante série SAT
  • Mistura e dispersão eficientesA extrusora de dupla rosca corrotante USEON oferece alto torque e excelente capacidade de mistura e dispersão, garantindo a distribuição uniforme de aditivos, cargas e reforços na matriz de PET e melhorando a uniformidade e o desempenho do material.
  • Controle preciso de temperaturaEquipada com sistema de controle de temperatura de fornecedores europeus, a extrusora de dupla rosca corrotante USEON permite controlar com precisão as temperaturas de processamento, garantindo que o material seja processado na temperatura ideal e evitando a degradação.
  • Alta flexibilidadeO projeto modular da extrusora de dupla rosca corrotante USEON permite combinar e ajustar com flexibilidade os elementos de rosca conforme as exigências de processamento de cada material, com grande adaptabilidade a diferentes processos.
  • AutolimpezaA extrusora de dupla rosca corrotante USEON tem boa capacidade de autolimpeza, o que reduz as paradas para limpeza e aumenta a eficiência da produção.

05Reciclagem de PET

Reciclagem química de PET

A síntese do PET envolve inicialmente a reação de condensação do ácido tereftálico purificado (PTA) com o etilenoglicol (EG), ou a transesterificação do tereftalato de dimetila (DMT) com o EG, resultando no tereftalato de bis(2-hidroxietila) (BHET), que em seguida passa por policondensação entre diésteres.

A essência da reciclagem química de garrafas PET é a reação de despolimerização do PET, que, sob determinadas condições, degrada o PET completamente em monômeros, como PTA, DMT, BHET e EG, ou parcialmente em oligômeros. Os reagentes mais comuns na despolimerização do PET são a água (hidrólise), o metanol (metanólise) e o EG (glicólise).

Vantagens

  • Os resíduos de PET podem ser decompostos em monômeros e/ou oligômeros e outros produtos químicos.
  • Em comparação com outros métodos de reciclagem, segue plenamente o princípio da “sustentabilidade”.
  • O PET repolimerizado a partir dos monômeros recuperados atinge a massa molar (viscosidade intrínseca) exigida.
  • Fluxos de resíduos contaminados e muito complexos podem ser reciclados em produtos que atendem às especificações exigidas.
  • Na reciclagem química do PET, a processabilidade dos produtos finais, como imprimibilidade e tingibilidade, pode atingir os níveis esperados.
  • Os produtos de PET não amarelam durante a reciclagem química.

Desvantagens

  • O custo de produção da despolimerização química do PET é maior que o da produção direta de PET; sem incentivos econômicos, o PET reciclado quimicamente sai mais caro.
  • É preciso produzir em grande escala para que o processo seja viável e economicamente vantajoso.

Reciclagem física de PET

A reciclagem física é o processo que transforma produtos de PET descartados em flakes de PET profundamente limpos, por meio de moagem, triagem, lavagem e secagem. Esses flakes são então plastificados e granulados para virar grãos (chips) de PET, que são moldados termoplasticamente em garrafas de PET reciclado.

A viscosidade intrínseca (VI) exigida para o sopro de PET não deve ser inferior a 0,74 dl/g. No entanto, a qualidade das garrafas PET pós-consumo cai durante a reciclagem, e a viscosidade intrínseca costuma diminuir na extrusão no estado fundido. Por isso, normalmente é necessária uma policondensação em estado sólido (SSP) ou um aumento de viscosidade na fase fundida para elevar a massa molar do PET e atender às exigências do sopro.

Vantagens

  • Tecnologia de processamento simples; baixo custo de investimento.
  • Impacto ambiental negativo mínimo.

Desvantagens

  • A complexidade dos contaminantes dificulta a reciclagem física do PET.
  • A descoloração e a perda de desempenho dos resíduos de PET a cada ciclo de reciclagem são os principais problemas da reciclagem física.
  • A formação de oligômeros cíclicos e lineares durante a reciclagem física pode reduzir a imprimibilidade e a tingibilidade do produto final.
  • O PET reciclado fisicamente tende a amarelar devido a reações de reticulação intramolecular e de oxidação.

Atualmente, a tecnologia de reciclagem física consiste principalmente na extrusão com degasagem e no aumento de viscosidade de flakes de garrafas PET, produzindo pellets de PET reciclado superlimpos. O grau de limpeza depende em grande parte de parâmetros de processo como temperatura, pressão, fluxo de ar e tempo de residência.

Comprometida com o desenvolvimento sustentável, a USEON está na vanguarda das soluções circulares desde 2008. Hoje, a USEON é a primeira empresa da China a reciclar produtos de PET com tecnologia de dupla rosca, sem cristalização nem secagem. Depois de ampla experiência prática, o processo mantém a queda da viscosidade intrínseca abaixo de 0,03 dl/g, permitindo a reciclagem primária de resíduos de PET.

Placa de espuma de rPET reciclado
Placa de espuma de rPET reciclado

Até junho de 2024, a USEON já havia instalado 130 linhas de reciclagem de PET e granulação para clientes no mundo todo, abrangendo diversas soluções de reciclagem de PET, como flakes de garrafas, resíduos de tecidos, fios, filmes e chapas. Entre elas, a tecnologia bottle-to-bottle pode reciclar 2 milhões de toneladas de garrafas de bebidas por ano, economizando 70 milhões de quilowatts-hora de eletricidade.

Flakes de garrafas de rPET
Flakes de garrafas de rPET
Pérolas de espuma de rPET
Pérolas de espuma de rPET

Perguntas frequentes

Quais são as características do PET?

O PET tem alta transparência, boas propriedades mecânicas, resistência química e isolamento elétrico. Resiste bem ao calor e ao frio, mas sua resistência ao impacto é relativamente baixa.

Quais são os principais usos do PET?

O PET é amplamente usado em embalagens de alimentos e bebidas, como garrafas plásticas e filmes, em fibras têxteis (poliéster) e em plásticos de engenharia, como componentes de aparelhos eletrônicos e peças automotivas.

Qual é o impacto ambiental do PET?

O PET é um material reciclável, e a reciclagem reduz seu impacto ambiental. No entanto, se não for bem gerenciado, também pode se tornar uma fonte de poluição por microplásticos no meio ambiente.

Qual é a resistência ao calor do PET?

O PET cristalizado e reforçado pode ser usado continuamente até cerca de 120 °C e suporta cerca de 150 °C por curtos períodos; sua temperatura de fragilização é de cerca de −70 °C. O PET amorfo, usado em garrafas e chapas de A-PET, amolece acima de sua temperatura de transição vítrea, de cerca de 70–80 °C.

O PET é seguro para embalagens de alimentos?

Sim, o PET é considerado um material de embalagem seguro e pode ser usado em embalagens de alimentos e bebidas. Atende às normas de segurança alimentar e não libera substâncias nocivas.

Qual é o código de reciclagem do PET?

O código de reciclagem do PET é o “1”, número de identificação do sistema de identificação de plásticos para reciclagem, usado para marcar recipientes feitos de PET reciclável.